quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Manifesto - tudo o que eu não sou

Eu não sou a minha função na empresa onde trabalho, nem o papel que assumo na minha família, não sou a minha história, não sou o meu passado.

Eu sou [escreve o teu nome aqui] e assumi todas estas responsabilidades de livre vontade, por minha própria escolha; não esquecendo que as assumo sendo eu próprio, este ser singular e único, capaz de criar e destruir, que opta por tentar criar apenas.

Já houve e haverá dias em que não sou o ser humano que os outros querem ver, isto porque esse desejo é reflexo dos seus próprios pensamentos e expectativas e eu sou o reflexo dos meus.

Não corresponder às expectativas dos outros não é ser menos bom, é apenas um desalinhamento entre os desejos de outras pessoas em relação a mim e os meus próprios.

Sou o que sou.

E o que sou hoje pode nem ter nada a ver com o que serei amanhã, tem graça!...

Nem os outros estão mal, nem eu estou bem, todos estamos apenas. Já que não se está bem com todos, que eu possa estar bem ao menos comigo.

Agora sacudo os ombros e vou em busca do meu projecto de vida! Se eu não o fizer, quem o fará?

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