quarta-feira, 17 de abril de 2013

5 minutos a escangalhar! Não procrastines, precisas de ajuda?

Ser freelancer não é ser lonelancer.

Cada vez mais se faz tudo sozinho, toda a gente quer viver sozinha, cada um de nós quer sempre mais e mais tempo para si, queremos depender menos e ter mais mérito pelo trabalho que fizémos e andamos a esquecer a colaboração, cooperatividade, entreajuda, e quando é que nos lembramos?
Quando estamos entalados!

Trabalhar em equipa é essencial. Saber encontrar sinergias e parcerias, ter alguém que está lá para puxar por ti quando achas que já não vais dar mais, produzir valor acrescentado para o teu trabalho! A união faz a força!



Quando um projecto é apenas teu, a tendência é tentar fazer tudo sozinho. Sobretudo se trabalhas em casa, até te esqueces que há mais pessoas com quem podes colaborar!


Pedir ajuda não é uma fraqueza, antes pelo contrário, quem admite que precisa de ajuda tem noção das suas limitações, e essa noção coloca-te muito mais à frente no mercado. O teu cliente sabe que tens parcerias e que criaste relações, que contas com a ajuda de vários colegas, que, basicamente, conheces as pessoas certas ;)


Desde o início da tua vida como freelancer tenta criar uma rede colaborativa, ajudar e ser ajudado. Nem todos temos os mesmos talentos, e ter amigos e colegas que colocam o seu talento à tua disposição é um privilégio!

Por outro lado, ter uma rede pode ser necessário para ti no sentido de ser chamado à atenção para detalhes que te escapam, relembrar-te dos prazos e compromissos, dar-te aquela palavra de motivação

Junta-te a comunidades de artistas e criativos online e fisicamente, procura uma cooperativa de artistas na tua área ou associações e espaços que te podem apoiar. Conversa com outros profissionais da tua área, vê por onde andam eles, cria um círculo de amizade dentro da tua área e cultiva essas relações.


Um homem não é uma ilha!

Pede ajuda profissional e pessoalmente, às vezes só precisamos que alguém nos diga que somos capazes, ou que nos leve um chá quando perdemos o alento. Aprende a ajudar e ser ajudado, e estarás a aprender a mostrar a tua solidariedade e humildade, que embora subvalorizadas nos dias de hoje, terão muito a fazer por ti e pelas tuas relacções.



Nem queiras saber o que já se disse por aqui nesta rubrica! Mas já que insistes... 5 minutos a escangalhar!

domingo, 14 de abril de 2013

Exposição Fotográfica no Mercado da Parede em Cascais - 6 de Abril até 03 Junho 2013

Inaugurada pela Associação Cultura no Muro, no dia 6 de Abril às 17h00 e patente até 30 de Junho temos esta Exposição Fotográfica, relembrando a Parede em 1900. Podes visitar no horário do mercado: de terça-feira a Domingo das 8h às 14h.



A exposição está muito boa, reúne um bom número de fotografias e o espaço do mercado dá um ambiente tradicional que nos desperta para as memórias já quase esquecidas.


Fica o mapa para chegar ao Mercado da Parede:

Rua José Relvas
2775-222 Parede, Cascais


Ver mapa maior

Fica a recomendação para visitar!

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Kit de desenho para o viajante

Tenho explorado kits de desenho para viagem, apenas por serem tão curiosos! O pessoal que desenha inventa de tudo por este mundo fora, e se és tão curioso como eu, dá uma vista de olhos:

A Cathy Johnson é tão criativa com aguarelas como com criação de estojos de aguarela de viagem, e para alguém que tem tanta experiência em desenho ao ar livre, certamente sabe o que é importante levar, e o que é dispensável.







As caixas de Altoid são muito famosas e aqui está um kit de desenho muito portátil, um caderno de papel de aguarela feito à mão e um estojo de Altoid com material de desenho e aguarelas. Fiquei impressionada com a quantidade de coisas que ele fez caber ali!!!






E um kit ainda mais mini-mini, com tubo de vinyl, talvez dê para usar uma palhinha de beber sumo para uma versão mais acessível, embora de menos qualidade. Um estojo de 22 cores de aguarela mais pequeno que o meu indicador? É de génio!





E finalmente, uma caixa de Altoids e umas tampas de garrafa de água, ready to go!



A criação de um kita destes não substitui uma caixa de aguarelas para ter em casa, falei sobre o que sei de caixas de aguarelas há pouco tempo.

Update: Quase como se fosse de propósito, o artista Ian Sidaway mostra alguns dos seus materiais de viagem ao Danny Gregory numa conversa em vídeo.

E se o teu problema é hesitar, lê a rubrica 5 minutos a escangalhar! e põe-te  a mexer!

Nice! :)

quarta-feira, 10 de abril de 2013

5 minutos a escangalhar! A escangalhar a procrastinação desde 1970! Um dia vai-se ouvir a tua voz? Ou vais sempre continuar a ouvir as vozes dos outros?


Na área artística todos somos fãs, todos vemos os trabalhos de outras pessoas e apreciamos, suspirando e pensando, se um dia eu isto, se eu aquilo, eu fazia e acontecia.

E depois abrimos os olhos e a vida continua. Da mesma forma que sempre tem sido até agora, e tá-se bem.

Mas será que tá-se bem mesmo?

Ouvimos outras vozes e desejamos que um dia a nossa seja ouvida com o mesmo sentimento. Vagueamos por pensamentos construtivos, ideias e criações da nossa mente, juntamos as peças de um novo universo e tudo parece belo e fantasioso, e é aí que mora a criatividade, divide casa com a fantasia!...


E depois tu sais a correr e fechas a porta a ti próprio gritando na tua cabeça que nada disto faz sentido!

Deixas os bons filmes para bons realizadores e as boas músicas para os bons músicos, afinal eles são os melhores, porque estão lá. Porque se dedicam, trabalham e constroem o seu universo criativo, um novo mundo do qual tu apenas podes ter um vislumbre. Porque para estar lá é preciso trabalhar.

E será que um dia a tua voz criativa se vai ouvir?

Então porque não dar hoje o primeiro passo nesse caminho?

Porque não começar hoje a elaborar o teu plano para conquistar o mundo?

Porque não começar hoje a aprender aquilo que já gostarias de  dominar? Nunca é tarde! Hoje é mais cedo que amanhã!

Mais vale estar ainda no início de um caminho que é o que tu queres percorrer, do que já estar no fim de um que não tem nada a ver contigo!


Então vai e percorre o teu caminho. A criatividade que usas para inventar desculpas para ti próprio tem mais utilidade se te servir para encontrar soluções. E se trabalhares com dedicação e afinco, vais ter oportunidade para ser tão bom como qualquer um dos teus ídolos.

Vai! Faz ouvir a tua voz criativa!


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terça-feira, 9 de abril de 2013

Dicas para comprar uma caixa de aguarelas

Quando comecei a experimentar aguarelas usei um daqueles estojos escolares baratinhos. E durante um mês ou dois foi muito bom fazer essa experiência. Às vezes utilizar materiais baratos tem as suas vantagens, pois não nos preocupamos muito e isso solta mais a nossa criatividade.

Mas o resultado é bastante inferior, e pode ser desmotivante, por isso a partir do momento em que passas a gostar de aguarelas, convém comprar uma caixa de qualidade.

A preferência por marcas é um pouco indiferente. Mas é importante procurar pigmento artístico, para que as tuas cores saiam vivas e expressivas e perdurem por algum tempo no papel.

A minha primeira caixa de aguarelas (pigmento artístico)
Primeiro é importante escolher entre bisnaga ou pastilha. As aguarelas em pastilha são mais portáteis, por isso eu opto por essas, em bisnaga são boas para quando queres voltar a encher pastilhas que chegaram ao fim, e para pintar em casa.

A forma mais comercializada de aguarelas secas é 1/2 pastilha, quadradinhos pequenos, e para quem quer começar, compensa mais comprar uma caixa que já traz várias cores e a própria caixa para transportar.

A primeira caixa que comprei, tinha um preço intermédio mas provou ter inconvenientes bastante chatos. Era uma caixa em plástico, muito comum, mas as pastilhas não seguravam nos respectivos lugares, a tampa tem uma folga muito grande, que faz com que se movimentares a caixa, as pastilhas saltem todas do lugar!

Caixinha da Sakura para passeio
Já percebi que todas as caixas deste modelo arredondado têm esse problema, é chato por que me imobiliza e tou sempre a arrumar as pastilhas. Além disso, saem agarradas ao pincel se eu estiver a usar pouca água. Não recomendo mesmo nada.

Para passeios e ar livre, sobretudo se não tens muito onde te apoiar, recomendo a caixa pequenina da Sakura. Embora não tenha o tamanho padrão da 1/2 pastilha, dá para encher no futuro com bisnaga, e até alterar as cores.

Traz uma esponja e um picel com depósito de água, tudo fechado numa pequena caixinha por isso é um excelente kit de passeio.

A tampa serve de palete e ainda tens um cantinho para arrumar um lápis e uma borracha.

Depois vêem as caixas de aguarelas em metal, e essas realmente são as que mais recomendo. Têm um clip que segura a 1/2 pastilha ali sossegadinha sem se mexer. São conhecidas por durar muitos anos e têm uma palete interior e um suporte atrás para o caso de quereres inclinar a caixa.

Caixa de aguarelas metálica
Que eu tenha visto, existem de 12 e de 24 cores, e embora possas comprar a caixa individualmente, é cara e difícil de arranjar, o ideal é comprar logo com pastilhas incluídas, porque compensa!

Se pintas mais ao ar livre, 12 é o ideal, é uma caixinha muito portátil e as cores chegam perfeitamente. A de 24 é maior, mais fixe para usar por casa, mas se resolveres transportá-la também não te vai deixar mal.

Comprar cores avulso pode ser uma boa opção, mas escolher a côr, para quem não tem muita experiência pode ser difícil, há muitos artistas que recomendam as suas cores, e as cores utilizadas devem depender do que pintas mais. O melhor é mesmo experimentar!

Nesta conversa, o Ian Sidaway fala das cores que usa na sua paleta, são as mais comuns, e as mais recomendáveis para quem está a começar.

A Winsor and Newton dá-te uma noção do efeito para poderes escolher melhor as cores de aguarelas.


Todas as marcas que referi aqui foi porque realmente apresentam boas soluções que não conheço em marcas concorrentes. Este post é independente e não é publicitário e eu uso qualquer marca, não tenho grandes preferências.

domingo, 7 de abril de 2013

Workshop - Yoga e Criatividade

Acorda o Artista que vive dentro de ti!


Vivência de Yoga, Meditação e Manifestação Criativa

Cada um de nós tem a sua forma muito única de interpretar a realidade e guardar memórias conscientes e inconscientes das nossas vivências.

As práticas de Yoga e Meditação específicas deste workshop conectam-nos com essas memórias e interpretações, abrindo um canal de expressão individual criativa e artística.

Esta prática pretende conectar-nos com a nossa voz criativa, baseada na individualidade e experiências únicas do praticante.

Depois de despertar a mente para a criatividade, expressamos artisticamente esta vivência, traduzindo toda a criatividade em arte sob vários formatos.

Este workshop promove a exploração da criatividade através e como extensão da prática de Yoga. Um tempo só teu, que passarás a viver a tua criatividade e a explorar os teus pensamentos mais recônditos, entrando em contacto com o inconsciente através da utilização de visualizações, meditação, prática de Yoga, Swadhyaya (auto-estudo), em comunhão com mais gente criativa como tu.

Traz a tua caneca favorita, para um chá, e um coração e mente abertos!

Materiais: 1 caderno, marcadores coloridos, papel ou revistas para colagens, tesoura, cola
Facultativo: guache, pincéis, recipiente para água, guardanapos ou pano.

Duração: 3h

Todos os materiais são adaptáveis à realidade de cada espaço.

Próximas datas: sem data prevista.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Os três mandamentos do freelancer

E na minha opinião aplicam-se os mesmos mandamentos a todo o profissional, liberal ou não ;)


A minha experiência de um ano como freelancer fez-me compreender que muitas vezes a falat de sucesso não se deve ao azar e sim ao sistema ou falta dele com que alguns freelancers trabalham. Quando trabalhas para ti próprio tendes a desvalorizar certos aspectos que para ti podem ser secundários, mas para os clientes não são.

Deixo os mandamentos que para mim têm a maior importância para ser um bom freelancer:

1) Ser BOM

Não é ser modelo de capa de revista (a não ser que seja essa a profissão liberal específica), é ser bom naquilo que fazes. E o que é ser bom? É saber tudo? É ser especialista? É ter vinte anos de experiência?

Não. Os experts defendem que  são necessárias cerca de 10 000 horas de experiência para se ser considerado um entendido em determinada matéria. Estas horas traduzem-se em horas de trabalho, tempo de estudo e experiências que fazes para ti. Traduzido em anos são cerca de cinco anos e meio a trabalhar 8h/dia.

Eu sei que nós jovens muitas vezes não trazemos esta bagagem, mas se contares o tempo que passaste a estudar, a aprender e testar, a fazer pesquisa sobre o assunto, já te podes considerar melhor que muitos, e dada a facilidade de acesso à informação nos dias de hoje, todos temos muita sabedoria concentrada!

Além disso o mais importante é seres um curioso-experimentador-inventor-tester do teu produto. Esforça-te, faz o trabalho o melhor que podes, vive o teu produto, e o brilho nos teus olhos vai dissipar todas as dúvidas.


2) Ser simpático

Se fores um tibúrcio abrutalhado só te safas num buraco onde não exista nada mais. Mesmo que o teu trabalho seja bom e bem feito, o cliente não vai gostar da tua cara, e quando aparecer alguém mais fácil de lidar que tu, já foste!

Este processo de selecção pela simpatia sempre existiu, e hoje em dia faz parte dos nossos costumes mostrar alguma simpatia quando tentamos vender um produto. Agora nada de confundir simpatia com bajulação. Hoje em dia já ninguém gosta do típico comercial que fala muito, anda de fato e é chato pa caraças. Quantos especialistas conheces que vestem fato?

Se fores simpático as pessoas esperam-te como um amigo que está de visita. Sabem o teu nome e querem ver-te, porque há empatia. Mesmo que deixes de trabalhar para esse cliente, vais manter com ele uma saudável relação de colaboração que te abrirá portas ao longo da tua vida, estarás a criar uma conexão, tanto a nível profissional como possivelmente pessoal.

3) Entregar o trabalho no prazo definido

Esta é vital. É mesmo.
Se é para hoje não é para amanhã. Planeia o teu tempo e não adies o trabalho até à última.
Divide a entrega por etapas e dá essa previsão ao cliente, por exemplo:

1. Esboço inicial
2. Trabalho final sem detalhe ou antes de edição/tratamento
3. Trabalho totalmente finalizado

As etapas dependem da tua área específica, mas deves definir três ou quatro, para mostrar trabalho feito ao cliente e para teres um plano que vais cumprir, senão dás por ti a começar quando já deverias ter terminado.

E se fôr um projecto voluntário?

Comprometeste-te a fazer não foi? Então faz como se fosses ganhar a vida com esse trabalho. Se te comprometes não interessa qual é a moeda de troca, é a tua integridade e profissionalismo que estão em causa, preserva-os.

Não faltes! Quando marcas reuniões, confirma e não faltes. Se tiveres um imprevisto liga a re-agendar. Mantém o contacto. Espera o mesmo do teu cliente. Se o cliente falta ou chega atrasado, fica descansado, não foste tu que falhaste.

Tens tendência a procrastinar? Mantém-te nos eixos com os conselhos 5 minutos a escangalhar!

quarta-feira, 3 de abril de 2013

5 minutos a escangalhar! A rubrica anti procrastinação que parte tudo! Mais tempo = mais produtividade, ou não?

Quantas vezes já te entusiasmaste com um novo projecto ou um novo talento e acreditaste que se te dedicasses mais tempo serias melhor?

Quantas vezes já quiseste deixar tudo e seguir apenas aquela vocação, fazer de ti um especialista hiper focado e dedicado?

Muitas vezes já dei  por mim a ter este tipo de pensamento e a analisar como seria, o que poderia fazer que agora não posso, como iria ser.


Após análise a conclusão não deixa de ser fascinante:
Acho que fazia o mesmo que agora!

Ia deixar de acordar às seis da manhã, ia mais vezes ao café, estava mais com amigos, via televisão e (re) organizava mais vezes a minha mobília e a minha casa. Mas trabalhar mais nos meus projectos pessoais? A atenção é uma coisa muito limitada; e gourmet! Experimenta dar-lhe todos os dias o mesmo e é vê-la a cuspir-se toda, enervar-se, desgostar-se do que antes era mais que genial e querer outra coisa que não tem nada a ver.

E todos os hábitos que enumerei aqui são saudáveis, não é isso que eu estou a dizer, apenas que dedicar todo o nosso tempo a algo, por muito bom que pareça, pode acabar por ser esgotante. Por outro lado, tempo limitado é uma mais-valia: se tu sabes que só tens 30 minutos, vão ser os mais bem aproveitados da tua vida, se tens duas horas fazes tudo nas calmas.

Até nas relações se consegue observar isto, se sabes que tens tempo limitado com alguém vives tudo intensamente. Se pensas que essa pessoa ficará lá muito tempo deixas para amanhã, não falas do que é importante, não dizes coisas bonitas, falas da rotina sem olhar nos olhos e perdes o sentido e o valor das coisas.

Daí que os teus projectos podem ser pequenos prazeres, e ainda assim ser excelentes. Podes dedicar-te a algo teu, de tua própria e original criação ainda assim partilhando o teu tempo com um emprego a tempo inteiro ou part-time.

Muitos artistas conhecidos tinham um emprego a tempo inteiro que não tinha nada a ver, tipo médicos, carteiros, etc

Ter um trabalho a tempo inteiro dá-te a estrutura e organização para cumprir prazos e ser organizado nos teus projectos pessoais. Aprendes todos os dias, garantidamente.


Convives e vês pessoas sem ter que procurar, fazes amigos se quiseres. Ganhas novos talentos de comunicação que bem te fazem falta em todas as áreas da vida. Treinas paciência, tolerância e capacidade de encaixe. Pões para trás orgulho e sentimentos de superioridade.

Ter apenas 30 minutos por dias para os teus projectos artísticos deixa-te com cerca de 2h30 por semana, 10h por mês. De certeza que consegues encaixar alguma coisa!

Não uses o teu trabalho como desculpa para não ser alguém mais realizado, que faz aquilo que gosta, tu sabes que és capaz de o fazer.


Mas nada como experimentar. Se o que fazes actualmente não te agrada, experimenta! Se já experimentaste, partilha connosco :)

Lê todas as rubricas anti procrastinação 5 minutos a escangalhar!